Mostrando postagens com marcador Barra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Barra. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Intensivo de Férias 2019

Como de costume, desde a criação do Centro Cubos de Dança, oferecemos no mês de Janeiro um Intensivo de Férias, onde nosso professores ministram aula com a metodologia desenvolvida pela escola.

São 05 dias de aulas intensas, com uma grade aula que abrange diversos estilos e níveis técnicos que formam a grade de cursos regulares.

Durante o Intensivo 2019 teremos algumas surpresas e promoções.

Nas imagens abaixo, você terá as informações sobre valores dos cursos e horários!

Venha se movimentar com a gente!!!





sexta-feira, 21 de setembro de 2018

AULAS PÚBLICAS E AVALIATIVAS


Entre os dias 06 e 15 de Setembro, as turmas de Ballet Clássico participaram de Aulas Públicas e Avaliativas, projeto que faz parte do plano pedagógico do Centro Cubos de Dança.

Este projeto visa apresentar o desenvolvimento técnico do aluno em sala de aula, além de contar com a supervisão do nosso Diretor Rodolpho Sandes, que avalia os alunos, assim mantendo a qualidade técnica, marca de nossa escola.

Veja um pouco do que aconteceu durante as aulas.
















sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

2017, UM ANO PARA RENOVAR

Começamos o ano de 2017 com felizes despedidas, para que nossos alunos alçassem voos ainda maiores. Bailarinos deixaram nossa escola com o propósito de profissionalização e ganhar o mundo. Temos o orgulho de dizer que nossos alunos estão espalhados por grandes escolas e que com toda certeza, serão grandes profissionais, pois eles possuem uma característica muito forte, a persistência. Eles hoje fazem aulas com Bolsas Integrais nas seguintes escolas: Fernando Mendonça – Petite Danse/RJ, Leandro Matos – Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB)/BA, Samuel Freire – Escola do Teatro Bolshoi no Brasil/SC e Johnatan Rezende – Alpha Omega Theatrical Dance Company/New York.

Além de despedidas, tivemos uma grande mudança, nossa escola passou por uma ampliação, oferecendo mais conforto e comodidade aos nossos alunos. Nossos professores tiveram aulas de atualização na metodologia inglesa (Royal Academy of Dance), ampliando as possibilidades de ensino e elevando o nível técnico dos alunos em formação.

Participamos de 02 festivais pelo Brasil, Ballace 2017 em Salvador, onde alunos e professores foram agraciados com bolsas de estudos parciais e integrais nos principais Cursos de Verão no País (Summer Brasil 2018/RJ – 03 bolsas estudantes e 01 bolsa para professor, YAGP BRASIL Summer Couser 2018/SP – 01 bolsa integral para Professor), além de 09 trabalhos premiados em diversas categorias e Festival de Dança de Joinville (maior festival de dança do mundo), com as coreografias “Atrição” e “Sombras de mim” do coreógrafo Rodrigo Castelo Branco, realizando 17 apresentações no Festival.

No mês de Setembro, nossos alunos prestaram os Exames RAD (Royal Academy of Dance), onde em associação com a Profª MSC Kley Perelo ARAD/RTS podemos trazer a Aracaju pela primeira vez os Exames RAD. Estamos muito felizes com o rendimento de nossos alunos.

E para encerrar o ano, os alunos Ana Elvira Galvão, Maria Cecília Carvalho, Mayana Francisco e Patrick Lee, receberam vagas e bolsas para o “American Academy of Ballet Excellence Purchase College State University of New York 2018”, assim confirmando nossa excelência na formação de bailarinos em Sergipe.

Queremos agradecer a todos os pais e alunos por confiarem a formação artística de seus filhos ao Centro Cubos de Dança, sem vocês nosso trabalho não poderia ser realizado. 









quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Como o bailarino usa a sua memória


Foto: Acervo Cubos / Felippe Araujo

O treino de um bailarino deve ser baseado na preparação da execução dos movimentos e na memorização das sequências coreográficas. Ter uma boa memória é importante para a aprendizagem na dança, pois só assim o aluno consegue registar, armazenar e manipular as informações que criam interações entre o mundo externo e o cérebro.
O autor e especialista em dança Nikolai Tarasov, afirma que a memória na dança é dividida em três segmentos:

Memória Auditiva
Através do trabalho falado e musical que o bailarino conseguirá dançar em ritmo contínuo e seguir as orientações de como executar os movimentos ensinado oralmente pelo professor;

Memória Visual
A partir das demonstrações realizadas pelo professor, de modo lento e sistemático, que o aluno consegue interpretar o movimento e executar da maneira como lhe é entendida;

Memória Motora (reflexos)
O bailarino deve aprender a técnica de forma precisa, para que os erros não façam parte da sua rotina. Ao aprender algo de forma errada, é mais difícil corrigi-la. Por isso a memória motora deve ser fortalecida através de exercícios executados repetidamente.

A aluna Samara Lima visualiza atentamente as
explicações do professor Rodolpho Sandes
Foto: Acervo Cubos

Para a dança, existe uma explicação de como o cérebro age no momento em que estamos aprendendo uma coreografia. São os seguintes passos:
1- O aluno inicia o processo de captura da informação gestual dada pelo professor;

2- O bailarino buscará os movimentos armazenados no seu repertório motor;

3- A memória irá selecionar as informações mais próximas para resolver o problema apresentado;
4- A reprodução será maior e melhor mediante a integração de sua capacidade de armazenamento e o timming de reprodução.

Portanto, para dançar bem o aluno deve aperfeiçoar a sua memória e prestar bastante atenção nas explicações dadas pelo professor.
Foto: Acervo Cubos
 
 
*Fonte: "Projeto- A importância da psicomotricidade na iniciação do ballet clássico", de Daniele Soares

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Vídeo: Ensaios para a "Noite de Gala"




As férias só estão na metade e você já está sentindo falta da gente? Para matar esse sentimento, que tal assistir ao vídeo dos ensaios para a Noite de Gala e relembrar desses bons momentos?  Outra maneira de você aliviar essa saudade, é fazer o nosso curso de férias. Clique aqui e escolha a sua modalidade.


quarta-feira, 14 de maio de 2014

A importância da barra para a dança


Foto: Reprodução / Artist Daily

A dança clássica abrange uma variedade de exercícios que têm por finalidade desenvolver e fortalecer a musculatura das pernas, o en dehors, o alongamento, a postura do corpo, braços, cabeça, e coordenação dos movimentos. Para auxiliar no aprendizado da percepção corporal, o aluno utiliza um instrumento muito comum em aulas de balé: a barra.

Uma barra de balé é um varão feito de madeira ou metal que pro­por­ci­o­na apoio, melhorando o seu senso de equi­lí­brio. Geralmente possui 4cm de diâ­me­tro, no sentido horizontal e com duas barras, uma levan­tada a cerca de 1 metro do chão, para jovens e adultos, e outra logo abaixo, para as crianças. Existem as barras permanentes, mon­ta­das na parede de um estú­dio de dança, com for­tes para­fu­sos de metal e as por­tá­teis, que são feitas a partir de um metal leve, porém resistente, e que pode ser carregado.

A barra pode ser fixada na parede. Foto: Reprodução / Boston Ballet

Ela deve ser um guia para o bailarino, e não o seu suporte. Para isso, é imprescindível estar firme sobre os pés, e não usar as mãos como ponto de equilíbrio. Segurar a barra com força não ajuda, pelo contrário, só atrapalha. Ao deixa-la com pouca ten­são, você permite que o seu corpo fique livre para corrigir o alinhamento. Encontrando o eixo, o bailarino deve manter o braço relaxado, sempre a frente do corpo, e acompanhando a sua movimentação.
Alunos de todos os níveis, do iniciante ao avançado, utilizam esse artefato para aprender a ter con­trole e força do corpo.  As iniciantes nas sapa­ti­lhas de pon­tas uti­li­za­rão a barra até que seus tor­no­ze­los fiquem sufi­ci­en­te­mente for­tes para per­ma­ne­ce­rem nas pon­tas sem apoio. Mesmo quando um bailarino sentir que está pronto para tra­ba­lhar sem uma barra, o aque­ci­mento com os mes­mos exer­cí­cios con­ti­nua sendo impor­tante. 

No Centro Cubos possuímos a barra móvel que nos dá mais liberdade
para levá-la para qualquer ponto da sala. Foto: Acervo Centro Cubos

O resultado do trabalho diário na barra é um bailarino com percepção do próprio peso sobre uma ou ambas as pernas, que sabe qual o seu espaço dentro da sala de aula, adquire uma postura e  estabilidade corporal.  Muita gente acredita que o objetivo da barra em uma aula é para aquecer o corpo, quando na verdade, os seus exercícios servem como base para qualquer área na dança.
A utilização da barra sem uma supervisão pode resultar em lesões. Os exercícios devem ser acompanhados pelo professor, que é a pessoa adequada para avaliar cada movimento e fazer com que você o execute corretamente, sem sobrecarregar os músculos ou tendões.