Como de costume, desde a criação do Centro Cubos de Dança, oferecemos no mês de Janeiro um Intensivo de Férias, onde nosso professores ministram aula com a metodologia desenvolvida pela escola.
São 05 dias de aulas intensas, com uma grade aula que abrange diversos estilos e níveis técnicos que formam a grade de cursos regulares.
Durante o Intensivo 2019 teremos algumas surpresas e promoções.
Nas imagens abaixo, você terá as informações sobre valores dos cursos e horários!
Entre os dias 06 e 15 de
Setembro, as turmas de Ballet Clássico participaram de Aulas Públicas e
Avaliativas, projeto que faz parte do plano pedagógico do Centro Cubos de
Dança.
Este projeto visa apresentar o
desenvolvimento técnico do aluno em sala de aula, além de contar com a
supervisão do nosso Diretor Rodolpho Sandes, que avalia os alunos, assim
mantendo a qualidade técnica, marca de nossa escola.
Começamos o ano de 2017 com felizes despedidas, para
que nossos alunos alçassem voos ainda maiores. Bailarinos deixaram nossa escola
com o propósito de profissionalização e ganhar o mundo. Temos o orgulho de
dizer que nossos alunos estão espalhados por grandes escolas e que com toda
certeza, serão grandes profissionais, pois eles possuem uma característica
muito forte, a persistência. Eles hoje fazem aulas com Bolsas Integrais nas
seguintes escolas: Fernando Mendonça – Petite Danse/RJ, Leandro Matos –
Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB)/BA, Samuel Freire – Escola do
Teatro Bolshoi no Brasil/SC e Johnatan Rezende – Alpha Omega Theatrical Dance
Company/New York.
Além de despedidas, tivemos uma grande mudança, nossa
escola passou por uma ampliação, oferecendo mais conforto e comodidade aos
nossos alunos. Nossos professores tiveram aulas de atualização na metodologia
inglesa (Royal Academy of Dance), ampliando as possibilidades de ensino e
elevando o nível técnico dos alunos em formação.
Participamos de 02 festivais pelo Brasil, Ballace
2017 em Salvador, onde alunos e professores foram agraciados com bolsas de
estudos parciais e integrais nos principais Cursos de Verão no País (Summer
Brasil 2018/RJ – 03 bolsas estudantes e 01 bolsa para professor, YAGP BRASIL
Summer Couser 2018/SP – 01 bolsa integral para Professor), além de 09 trabalhos
premiados em diversas categorias e Festival de Dança de Joinville (maior
festival de dança do mundo), com as coreografias “Atrição” e “Sombras de mim”
do coreógrafo Rodrigo Castelo Branco, realizando 17 apresentações no Festival.
No mês de Setembro, nossos alunos prestaram os
Exames RAD (Royal Academy of Dance), onde em associação com a Profª MSC Kley
Perelo ARAD/RTS podemos trazer a Aracaju pela primeira vez os Exames RAD. Estamos
muito felizes com o rendimento de nossos alunos.
E para encerrar o ano, os alunos Ana Elvira Galvão,
Maria Cecília Carvalho, Mayana Francisco e Patrick Lee, receberam vagas e
bolsas para o “American Academy of Ballet Excellence Purchase College State
University of New York 2018”, assim confirmando nossa excelência na formação de
bailarinos em Sergipe.
Queremos agradecer a todos os pais e alunos por
confiarem a formação artística de seus filhos ao Centro Cubos de Dança, sem
vocês nosso trabalho não poderia ser realizado.
O treino de um bailarino deve ser
baseado na preparação da execução dos movimentos e na memorização das
sequências coreográficas. Ter uma boa memória é importante para a aprendizagem
na dança, pois só assim o aluno consegue registar, armazenar e manipular as
informações que criam interações entre o mundo externo e o cérebro.
O autor e especialista em dança
Nikolai Tarasov, afirma que a memória na dança é dividida em três segmentos:
Memória Auditiva
Através do trabalho falado e
musical que o bailarino conseguirá dançar em ritmo contínuo e seguir as
orientações de como executar os movimentos ensinado oralmente pelo professor;
Memória Visual
A partir das demonstrações realizadas
pelo professor, de modo lento e sistemático, que o aluno consegue interpretar o
movimento e executar da maneira como lhe é entendida;
Memória Motora (reflexos)
O bailarino deve aprender a
técnica de forma precisa, para que os erros não façam parte da sua rotina. Ao
aprender algo de forma errada, é mais difícil corrigi-la. Por isso a memória
motora deve ser fortalecida através de exercícios executados repetidamente.
A aluna Samara Lima visualiza atentamente as
explicações do professor Rodolpho Sandes
Foto: Acervo Cubos
Para a dança, existe uma
explicação de como o cérebro age no momento em que estamos aprendendo uma
coreografia. São os seguintes passos:
1- O aluno inicia o processo
de captura da informação gestual dada pelo professor;
2- O bailarino buscará os
movimentos armazenados no seu repertório motor;
3- A memória irá selecionar as
informações mais próximas para resolver o problema apresentado;
4- A reprodução será maior e
melhor mediante a integração de sua capacidade de armazenamento e o timming de
reprodução.
Portanto, para dançar bem o aluno
deve aperfeiçoar a sua memória e prestar bastante atenção nas explicações dadas
pelo professor.
Foto: Acervo Cubos
*Fonte: "Projeto- A importância da psicomotricidade na iniciação do ballet clássico", de Daniele Soares
As férias só estão na metade e
você já está sentindo falta da gente? Para matar esse sentimento, que tal
assistir ao vídeo dos ensaios para a Noite de Gala e relembrar desses bons
momentos? Outra maneira de você aliviar
essa saudade, é fazer o nosso curso de férias. Clique aqui e escolha a sua
modalidade.
A dança clássica abrange uma
variedade de exercícios que têm por finalidade desenvolver e fortalecer a
musculatura das pernas, o en dehors, o
alongamento, a postura do corpo, braços, cabeça, e coordenação dos
movimentos. Para auxiliar no aprendizado da percepção corporal, o aluno
utiliza um instrumento muito comum em aulas de balé: a barra.
Uma barra de balé é um varão
feito de madeira ou metal que proporciona apoio, melhorando o seu senso de
equilíbrio. Geralmente possui 4cm de diâmetro, no sentido horizontal e
com duas barras, uma levantada a cerca de 1 metro do chão, para jovens e
adultos, e outra logo abaixo, para as crianças. Existem as barras permanentes,
montadas na parede de um estúdio de dança, com fortes parafusos
de metal e as portáteis, que são feitas a partir de um metal leve, porém
resistente, e que pode ser carregado.
A barra pode ser fixada na parede. Foto: Reprodução / Boston Ballet
Ela deve ser um guia para o
bailarino, e não o seu suporte. Para isso, é imprescindível estar firme sobre
os pés, e não usar as mãos como ponto de equilíbrio. Segurar a barra com força
não ajuda, pelo contrário, só atrapalha. Ao deixa-la com pouca tensão, você
permite que o seu corpo fique livre para corrigir o alinhamento. Encontrando o
eixo, o bailarino deve manter o braço relaxado, sempre a frente do corpo, e
acompanhando a sua movimentação.
Alunos de todos os níveis, do
iniciante ao avançado, utilizam esse artefato para aprender a ter controle e
força do corpo. As iniciantes nas sapatilhas
de pontas utilizarão a barra até que seus tornozelos fiquem suficientemente
fortes para permanecerem nas pontas sem apoio. Mesmo quando um
bailarino sentir que está pronto para trabalhar sem uma barra, o aquecimento
com os mesmos exercícios continua sendo importante.
No Centro Cubos possuímos a barra móvel que nos dá mais liberdade
para levá-la para qualquer ponto da sala. Foto: Acervo Centro Cubos
O resultado do trabalho diário na barra
é um bailarino com percepção do próprio peso sobre uma ou
ambas as pernas, que sabe qual o seu espaço dentro da sala de aula, adquire uma
postura e estabilidade corporal. Muita gente acredita que o objetivo da
barra em uma aula é para aquecer o corpo, quando na verdade, os seus exercícios
servem como base para qualquer área na dança.
A utilização da barra sem uma
supervisão pode resultar em lesões. Os exercícios devem ser acompanhados pelo
professor, que é a pessoa adequada para avaliar cada movimento e fazer com que
você o execute corretamente, sem sobrecarregar os músculos ou tendões.