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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Grandes Histórias: Marcelo Gomes



Foto: Reprodução/Wikipedia
 
Foi com determinação, talento e coragem que o bailarino Marcelo Gomes conquistou um dos mais altos postos na dança clássica. O amazonense se apaixonou pela dança aos cinco anos de idade, quando acompanhava a sua irmã nas aulas de balé clássico. Ao se mudar para o Rio de Janeiro, foi matriculado na escola de Helena Lobato e Dalal Achcar.
Em 1993, participou do Festival de Dança de Joinville e ganhou o Prêmio Revelação daquela edição. A partir daí, seu treinamento na dança foi intensificado ao estudar no Harid Conservatory em Boca Raton, Flórida, assim como nas escolas do Boston Ballet, Houston Ballet e Ballet Nacional de Cuba, onde estudou com Alicia Alonso.

Foto: Reprodução/ Dance Films
 

Nos anos seguintes, foi premiado em segundo lugar na National Society of Arts e Letters  e foi o ganhador do Prêmio Hope em Lausanne em 1996, onde pôde passar um ano na escola do Paris Opera Ballet.
Todo o seu potencial foi percebido pela direção do American Ballet Theatre e em 1997 Marcelo foi convidado para integrar ao corpo de baile da instituição. Lá, rapidamente conquistou a promoção para ser solista e, consequentemente, primeiro bailarino, posto que ocupa até hoje.

Foto: Reprodução/ Blog A magia do ballet
 
Aclamado internacionalmente, Marcelo é requisitado para se apresentar em vários festivais de dança, incluindo o World Festival Ballet no Japão, além de ser o artista convidado das principais companhias do mundo como o Kirov Ballet, o Ballet Nacional da Holanda, o Balé Nacional do Canadá, o Houston Ballet, o Teatro Colón de Buenos Aires, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro e o New York City Ballet.

Foto: Reprodução/ Estadão

Por possuir uma grande técnica, o bailarino participa de praticamente todos os espetáculos completos de balé clássico do American Ballet Theatre. Marcelo representou os principais papéis nas obras de George Balanchine, Mikhail Fokine, Antony Tudor, John Cranko e Martha Graham, além de criar e trabalhar com Twla Tharp, William Forsythe, Paul Taylor e Christopher Wheeldon. Com isso, sua performance é reverenciada pelos especialistas da área em New York.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Roupa masculina


Foto: Acervo Cubos / Filippe Araujo
Quem tem conhecimento sobre dança, sabe que o papel masculino é muito importante, pois proporciona força e virilidade a uma coreografia. Por isso, não podemos deixar de dar dicas para esse público. Hoje, falaremos sobre quais as roupas mais adequadas para as aulas de jazz, balé, dança contemporânea e sapateado.
Foto: Acervo Cubos / Marcela Carvalho

Para praticar qualquer modalidade é necessário utilizar um traje adequado. As roupas devem ser justas o suficiente para que o seu professor verifique o alinhamento do corpo durante os exercícios, mas ao mesmo tempo, deve permitir que você se mova facilmente. Como os meninos, algumas vezes, dançam em pares, a roupa não deve atrapalhar. Imagina se durante um giro, o joelho da bailarina se enrosca na camisa? Todo o exercício é perdido.


Suporte masculino
 
O ideal é usar meia-calça preta, collant ou uma camiseta de manga curta ou regata. Para os pés, utilize um par de sapatilhas pretas. Elas devem estar justas, mas não muito apertadas. Outra dica é usar suporte para dança. Esse acessório é um tipo de roupa intima desenvolvida para amortecer o impacto de diversos movimentos coreográficos, que poderiam causar dor ou machucar a virilha do bailarino.

Foto: Acervo Cubos / Marcela Carvalho
 
Se você tem cabelo comprido ou possui alguma parte dele que possa atrapalhar durante os movimentos, prenda-o. Vale utilizar elástico, ou presilhas.

Sempre cheque na recepção da escola qual a melhor opção para a participação nas aulas. Assim como as garotas, os meninos também possuem deveres para se tornarem grandes bailarinos.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Homens nas pontas dos pés. Les Ballets Trockadero



O “Les Ballets Trockadero de Monte Carlo” surgiu para mostrar que a dança clássica também tem um lado divertido e lúdico. Formado apenas por homens, a companhia foi criada em 1974 e  já parodiou obras clássicas como O Quebra Nozes, Raymonda, Paquita, Don Quixote, até as Sylphides.


Apesar de representarem comicamente, todas as versões possuem uma técnica impecável, que transbordam o amor pela dança. O fato mais surpreendente é que eles comprovam que os homens também podem dançar nas pontas dos pés com a mesma leveza das mulheres. Divirta-se um pouco com os Trocks.