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terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Vídeo: Amor a Dança

É com muito carinho que os nossos alunos contam, em um depoimento emocionado, sobre o seu amor a dança e ao Centro Cubos de Dança. Nesses vídeos, ouvimos a declaração dos bailarinos Elisson Santos, Mayana Francisco e Samara Lima.

Elisson Santos
 
 
Mayana Francisco
 
 
Samara Lima

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Vídeo: Melhores momentos da 1ª Mostra Pedagógica

Após uma linda demonstração de como é a rotina em sala de aula, apresentada pelos nossos bailarinos, familiares e amigos ganham mais um presente: rever os melhores momentos da 1ª Mostra Pedagógica do Centro Cubos de Dança. Confira no vídeo abaixo!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Dia do Bailarino

Foto: Filippe Araujo

 
A dança ajuda a crescer. Ela dá a cada pessoa o que é necessário para espalhar suas asas e voar.  Ensina ética, perseverança, motivação, resistência, flexibilidade e força. Quem ama a dança, trabalha duramente na sala de aula para ser o melhor bailarino. Não por vaidade, mas para conseguir superar os próprios desafios.
Se você já assistiu um bailarino profissional dançar, você deve se perguntar: como eles parecem tão impecáveis? Como eles executam os movimentos com tanta facilidade? A resposta é bastante simples: dedicação. E para comemorar o Dia do Bailarino, celebrado dia 01 de setembro, vamos acompanhar a rotina da bailarina francesa Aurélie Dupont, que ascendeu no Balé da Ópera de Paris, e em 1998, com apenas 25 anos, se tornou étoile. Hoje, aos 42 anos, ela já está aposentada dos palcos, mas ainda carrega a reputação de ser uma das maiores bailarinas da atualidade.
 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Vídeo- Espetáculo No Reino da Caatinga

Foto: Filippe Araujo


As aventuras de Tixa, a lagartixa, e Pião, o escorpião, pelas belas paisagens do Nordeste foi contada no espetáculo "No Reino da Caatinga", apresentado nos dias 13 e 14 de dezembro de 2014, no Teatro Atheneu.  O público se encantou com o cenário mágico, com os detalhes dos figurinos e com a trilha sonora que seguiram as tradições nordestinas. Os nossos bailarinos mostraram sua evolução na dança através das coreografias de jazz, balé clássico, dança contemporânea e sapateado.
Nós, do Centro Cubos de Dança, agradecemos a dedicação e amor de todos os alunos e pais durante os meses de preparação para o espetáculo. Sem vocês, não seria possível realizar essa belíssima apresentação, onde transmitimos uma mensagem de amizade e valorização a cultura nordestina. Confira os melhores momentos da viagem de Tixa e Peão.


terça-feira, 26 de maio de 2015

Dia Internacional do Sapateado


Ninguém realmente sabe quando a palavra "sapateado" foi usada pela primeira vez. Registros apontam que o termo só aparece em publicações por volta de 1928, quando a situação racial e política nos Estados Unidos era agravante, levando os negros a criarem uma modalidade que chamasse atenção para as preocupações culturais e pressões sociais. Muitos anos depois, em 1989 para ser mais exata, George W. Bush declarou oficialmente que 25 de maio seria o Dia Nacional Sapateado, em homenagem ao aniversário do famoso dançarino Bill "Bojangles"Robinson. Sendo assim, outras nacionalidades adotaram esse data para comemorar essa arte.
Então, para celebrar, selecionamos algumas das melhores sequências de sapateado em filmes. São performances que eternizaram e foram responsáveis pela popularização do sapateado.

Stormy Weather – Nicholas Brothers (1943)


The Little Colonel - Bill "Bojangles" Robinson e Shirley Temple (1935)
 
Swing Time - Fred Astaire (1936)
 
 

Singin 'in the Rain – Gene Kelly  (1952)
 

Billy Elliot - Jamie Bell (2000)
 
Leia mais:

 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Casais dentro e fora dos palcos

 
Os bailarinos Maria Korowski e Martin Harvey se conheceram graças ao balé 

Toda a magia dos palcos e o cotidiano das maiores companhias de dança acabam unindo aqueles que passam a maior parte do dia no ambiente de trabalho. Então, os interesses surgem, transformando colegas em companheiros amorosos, deixando o expediente mais romântico.

 Confira alguns bailarinos que hoje são casados.
 
Roberta Marquez (Royal Ballet) e  Arionel Vargas (English National Ballet de Londres)
 

Alina Cojocaru (English National Ballet) e Johan Kobborg (Royal Ballet)

Ethan Stiefel e Gillian Murphy (American Ballet Theater)




 Marianela Nuñez e Thiago Soares (Royal Ballet)



Maria Korowski (New York Ballet) e Martin Harvey (Royal Ballet)



 Megan Fairchild e  Andrew Veyette (New York City Ballet)



Sascha Radetsky e a Stella Abrera (American Ballet Theater)

 



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A dança e a propaganda



A propaganda é a alma do negócio. Atualmente as empresas investem nessa ferramenta do marketing para divulgar produtos e serviços. Muitas delas acreditam que a dança está associada ao bem estar, a saúde e a elegância, portanto grandes marcas utilizam o balé e outras modalidades para apresentar seus lançamentos de forma criativa. Selecionamos alguns vídeos divertidos. Confira.
 
Listerine (Enxaguante bucal)
 


OPI (Esmaltes)
 



Lexus (Automóvel)

 
Arsenal (Time de Futebol)
 

Levis (Roupas)


Nike (Roupas e acessórios)



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Grandes Histórias: Cecília Kerche


Foto: Reprodução / Ballet Mais

 
Cecília Kerche é o reflexo da dedicação para se tornar uma bailarina e o resultado é demonstrado através do reconhecimento como uma das maiores intérpretes da arte do balé no Brasil e no mundo.
Nascida na cidade de Lins, em São Paulo, Cecília vem de uma família onde o corpo é um meio de realização profissional. Sua irmã era campeã mundial de aeróbica e seu irmão bailarino profissional. Então, a vida tomou o seu curso natural e Cecília iniciou os estudos de balé clássico aos 8 anos na Escola Municipal de Danças de Osasco.

Foto: Reprodução / Ballet Mais
Aos 14 anos, conquistou uma bolsa de estudos para o Centro Internacional de Dança Halina Biernack, na capital. Após sete anos de estudos, Cecilia ingressou no Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, passando a ser principal bailarina dessa companhia em 1986.
E rapidamente a carreira de Cecília deu um salto. Convidada do English National Ballet como Sênior Principal, atuou de 1993 a 2000 nos papéis de Carabosse e A Fada Lilás na mega produção de “A Bela Adormecida”, apresentada no Albert Hall em Londres. A bailarina também foi a artista convidada das companhias Ballet Nacional do Chile, Australian Ballet , Connecticut Ballet, em todas as companhias oficiais na Argentina, Ballet Nacional de Cuba e na Rússia onde sempre atua nas versões integrais de grandes clássicos nas companhias de Odessa, Novosibirsky, Tashkent e Ufá.

Foto: Reprodução / Midiorama
 
Hoje, Cecília é Embaixatriz da Dança, título outorgado pelo Conselho Brasileiro da Dança, órgão vinculado à UNESCO, por reconhecimento às suas atuações internacionais. E assim, a bailarina tem elevado o nome do Brasil por onde passa, pois acredita no valor incondicional de sua profissão, sua arte e porque, acima de tudo, defende o talento do artista brasileiro.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Grandes Histórias: Ballet West


Foto: Reprodução / Best View

Criado em 1963, o Ballet West nasceu do desejo do diretor artístico Willam F. Christensen em aprimorar a dança na região de Salt Lake City, nos Estados Unidos.  Pioneiro no século 20, Christensen aliou a sua formação clássica adquirida em Utah e Nova York, desenvolveu um repertório tipicamente americano e teatral para a companhia.  Ele também construiu uma forte ligação com as obras de George Balanchine.

Foto: Reprodução / Ballet West

Em 1978, Christensen se aposenta e quem se torna o novo diretor é o bailarino Bruce Marks. Sob a direção de Marks, a empresa apresentou sua primeira produção completa de um balé de repertório:  O Lago dos Cisnes. Com isso, o Ballet West ganhou uma reputação para o desenvolvimento de coreógrafos emergentes da época. Foi também nesse período que Maks fez história ao produzir o primeiro longa-metragem “Abdallah”, do aclamado coreográfo dinamarquês do século 19, August Bournonville. Depois, outros diretores como John Hart e Jonas Kåge, transformaram a companhia em referência internacional e expandiram o seu repertório.

Foto: Reprodução / Sltrib
 
Desde 2007, o Ballet West é dirigido pelo bailarino Adam Sklute. Além de ampliar o repertório da companhia com as obras dos mais renomados coreógrafos da atualidade como Ulysses Dove, Jiri Kylian, Mark Morris, Twyla Tharp, e Stanton Welch, Sklute também preservou a raiz clássica dos grandes balés russos de início do século 20.
Atualmente, possui 40 integrantes, 10 membros da companhia júnior e uma escola de balé que treina bailarinos de todas as idades, muitos dos quais, ao se formarem, integram a companhia profissional do Ballet West e de outras instituições ao redor do mundo.

Foto: Reprodução / CW

O Ballet West está entre as principais companhias de balé profissional na América e se tornou conhecida mundialmente através da série “Breaking Pointe”. O programa mostrava a rotina dos bailarinos fora da companhia, os ensaios, a angariação de recursos para montar repertórios, como é feita a seleção dos integrantes para os papéis, entre outras curiosidades.
 
 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Como melhorar o en dehors


Foto: Reprodução /  Blog Life Dance

En dehors. Uma pequena frase que os bailarinos aprendem logo nos primeiros anos de estudo clássico e muitos ainda sofrem com esse movimento. Criado para dar mais estabilidade ao artista, já que os figurinos utilizados em 1530 eram muito pesados, o en dehors significa “para fora”. Anatomicamente falando, é uma rotação externa do fêmur na fossa do acetábulo, auxiliado pelos músculos do obturador interno, obturador externo, piriforme, quadrado femoral, gêmeo inferior e gêmeo superior.

Normalmente, uma pessoa possui um en dehors de 40 a 50 graus em cada uma das articulações femorais, o que soma um ângulo de 80 a 100 graus. Mas, se colocarmos um bailarino na 1ª posição, seus pés podem atingir 180º.
Mesmos os pés sendo uma peça importante para o movimento, eles não devem comandar essa ação. Ao fazer um en dehors, o aluno deve estar atento à mus­cu­la­tura, man­tendo uma con­tra­ção cons­tante (iso­mé­trica) dos mús­cu­los já mencionados, per­ti­nen­tes ao tra­ba­lho. A rotação dos pés sempre acompanha a rotação dos joelhos, consequentemente a da articulação coxofemoral, para que não ocorram compensações de peso como: curvatura acentuada em região lombar (hiperlordose), deslocamento da pelve anterior ou anteriorizaçao das costelas.


Para conseguir uma maior rotação é preciso treinar. Porém, nem todos os alunos conseguirão chegar ao tão sonhado ângulo de 180 graus. O estudante de balé deve entender que cada corpo possui um limite e é importante respeitá-lo. Ao forçar as limitações dos membros, as lesões aparecem na musculatura de quadríceps, rotadores e abdutores.
Confira no vídeo abaixo alguns exercícios de fortalecimento da musculatura:

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Exercício para um bom developpé



É comum encontrar muitos bailarinos que possuem flexibilidade, mas na hora de sustentarem uma perna, especialmente ao fazer um développé, acham muito difícil elevar e mantê-la no ar. Assim como em qualquer passo, somente com prática é que o aluno obterá um resultado satisfatório.
O segredo para um bom developpé são os músculos do quadril. Se você apenas “jogar” a perna para o ar, usando as coxas como guias, o resultado será o ganho de coxas volumosas. O exercício a seguir fará com que você trabalhe os músculos necessários para ter uma boa elevação de perna.

Ao praticar o développé com o exercício indicado no vídeo, os músculos vão aprender a controlar a perna muito mais fácil. Então, quando você praticar em pé, tudo ficará mais simples.
*Deite-se de costas, com as pernas estendidas e as mãos nos quadris.

*Lentamente, com o pé flexionado, puxe-o para cima, fazendo o passe;  

*Certifique-se de que os quadris estão encaixados. Cuidado para não sair dessa posição;

*Eleve a perna como em um développé e procure trabalhar no controle do movimento a partir do quadril;

*Ainda nessa posição, gire a perna para dentro e para fora;

*Volte para a primeira posição lentamente e  repita o processo com a outra perna.


 



*Vídeo tirado do site The ballet blog

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Em busca da pirueta perfeita


 
Por trás de toda a arte que envolve o balé, a dança contemporânea, jazz e sapateado, existem cálculos sobre cada movimento. A execução da pirueta, termo utilizado para designar um passo em que uma ou mais voltas são feitas pelo corpo em uma perna, seja em meia ponta ou ponta, é regida basicamente pelas leis da mecânica. A inércia do giro depende da distribuição da massa do objeto em relação ao eixo de rotação. Ou seja, se o bailarino não estiver com o quadril encaixado, com uma estabilidade no corpo na preparação, com sustentação na perna de base, e com sincronia dos braços e marcação de cabeça, ele não terá sustentação para manter o giro.

 
A pirueta pode ser feita en dehors, en dedans, a la seconde, en attitude, en arabesque, e a técnica continua a mesma. O impulso determinará a quantidade de giros que serão dados, portanto é importante aliar o plié com os braços. A rotação deve acontecer a partir dos braços, nunca do tronco ou dos ombros. Além disso, a pirueta requer equilíbrio e verticalidade do corpo. O passé é realizado rapidamente, para que as pernas en dehors abram com mais facilidade, ajudando no giro.
O trabalho de preparação para a realização das piruetas depende dos exercícios básicos da dança clássica tendo como referencia a estrutura anatômica. Através da prática, o aluno compreende toda a sequencia do giro, ensinados nos primeiros anos de estudo, obtendo a coordenação entre equilíbrio, sincronia e força na realização do movimento.


Ao aprender como funciona o seu corpo, o aluno entende que, para executar uma boa pirueta, as articulações devem estar alongadas, as pernas de base estendidas, os dedos dos pés esticados, os ombros e braços em simetria e a coluna reta. Com o tempo, essas ações se tornam mecânicas e cada passo é executado automaticamente. Portanto, a repetição exerce um papel importante, cujo resultado é a realização de passos, sequências e coreografias com qualidade técnica.
 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Grandes Histórias: Joffrey Ballet


Foto: Reprodução / NY Times
Há mais de 60 anos, a Joffrey Ballet School manteve-se na vanguarda do ensino da dança americana. Fundada em 1953 por Robert Joffrey e Gerald Arpino, a escola foi criada para fornecer uma base técnica a jovens que se identificavam com a dança. Durante sua primeira temporada, em 1956, o Joffrey Ballet foi um grupo de seis bailarinos que apresentou essa arte para as massas das grandes e pequenas cidades.
Joffrey e Arpino durante ensaio
 Foto: Reprodução / Blog Joffrey School
 
Quando Joffrey e Arpino fundaram o grupo, eles evitaram seguir o modelo de companhia de balé. Ao invés de reunir pessoas com a mesma estrutura corporal, para criar uma ilusão de uniformidade, eles selecionaram dançarinos fortes, independente do peso ou altura.  

Por montar coreografias que tinham como trilha sonora as músicas de rock, misturando livremente balé com dança moderna, logo a sua companhia se tornou famosa. Os mais talentosos bailarinos e grandes profissionais, tanto do balé, quanto da dança contemporânea, iam até a escola para aprender as técnicas de Joffrey. Os reconhecidos Rudolf Nureyev, Erik Bruhn, Carmen De Lavallade e Yvonne Rainer, foram alguns dos coreógrafos que estudaram por lá.
Foto: Reprodução / Inetour
 
A formação em balé, jazz, dança contemporânea e hip-hop, permitiu que Joffrey incorporasse o que havia de melhor nessas modalidades e criasse o estilo americano de formação em dança. Além disso, a preocupação com a saúde dos seus bailarinos era outra prioridade. Para minimizar as lesões na dança, ele estudou a anatomia e fisiologia humana. Ele acreditava que quando se cuida do corpo, o profissional maximiza a força, resistência e flexibilidade, potencializando a sua dança.

Foto: Reprodução / JPointe

A escola oficial da Joffrey Ballet, teve sua inauguração em janeiro de 2009, no terceiro andar da Torre Joffrey e hoje registra cerca de 800 alunos. Nenhuma companhia no mundo oferece um treinamento tão rigoroso como lá. Os estudantes fazem aula de balé clássico, dança moderna, jazz, pilates, música e dramaturgia.
O resultado de todo esse trabalho é que os seus estudantes de dança se transformam em artistas apaixonados, versáteis e capazes de colaborar para a evolução da dança no mundo. Após receberem o diploma, seus bailarinos são convidados a integrar grandes companhias de balé clássico e contemporâneas, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Vídeo: Ensaios para a "Noite de Gala"




As férias só estão na metade e você já está sentindo falta da gente? Para matar esse sentimento, que tal assistir ao vídeo dos ensaios para a Noite de Gala e relembrar desses bons momentos?  Outra maneira de você aliviar essa saudade, é fazer o nosso curso de férias. Clique aqui e escolha a sua modalidade.


terça-feira, 3 de junho de 2014

Curta sergipano participa do festival "Dança em Foco"



Uma produção sergipana conseguiu transcender os limites territoriais do nosso pequeno estado. O curta-metragem “Domum” foi convidado para participar do “Dança em Foco - Festival Internacional de Vídeo & Dança”, na cidade do Rio de Janeiro.
O festival, que já está em sua 12ª edição, será realizado de 26 de maio a 8 de junho e reúne produtos oriundos da dança contemporânea e do audiovisual, e é conhecido por ser o 1º evento brasileiro inteiramente dedicado à interface vídeo/dança,  mostrando que é possível mesclar as tecnologias da imagem com um corpo em movimento. O curta-metragem sergipano será exibido dia 06 de Junho, no Teatro Cacilda Becker.


Criado e encenado pela arquiteta, bailarina e professora do Centro Cubos de Cultura e Artes, Julia Delmondes, “Domum” mostra uma jovem que, ao entrar em uma casa abandonada, revive as memórias e sentimento daquele lugar, e toda essa história é transmitida através dos passos de dança.   

“Domum”, que tem a direção de Marlon Delano e a fotografia de Victor Balde, já esteve presente no Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), no IV Seminário Internacional Urbicentros e no Festival Sergipe de Audio-visual (Sercine).

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Evolução do Balé


Foto: Reprodução / Dancetabs
 
A definição do que é balé clássico se deu a partir do aperfeiçoamento de gêneros. Toda a técnica aprendida em sala de aula e vista nos palcos, foram extraídas no início do século XVIII, inicialmente pela escola francesa, com apoio do Rei Luis XIV para desenvolver a dança acadêmica, seguida pelas escolas italiana e russa. Com o passar dos anos, a prática do balé mudou e hoje, se tornou mais verticalizada, virtuosa e atlética. Os bailarinos conseguem ter maior número de giros, saltar mais alto e possuem corpos elásticos.  
Como já foi explicado no texto “Acriação do Tutu e os seus modelos”, após a adaptação dos figurinos, o bailarino conseguiu mais liberdade corporal e isso refletiu na dança. Nesses vídeos, percebemos a evolução do balé clássico no século XX, em relação à amplitude nos movimentos.

1- Anna Pavlova - 1920
A bailarina Anna Pavlova mostra nos solos a graciosidade qua a tornou referencia mundialmente.
 
 2- O Lago dos Cisnes - 1930
Bailarinas mostram uma cena do Lago dos Cisnes.
 
3- Jovens bailarinas - 1920 a 1939

Naquela época, as sapatilhas de ponta não possuiam a mesma tecnologia encontrada hoje e sua fabricação era superficial, tornando difícil o equilíbrio nas pontas.
 
 
4- Pas de Deux do Lago dos Cisnes - 1940
Os bailarinos Beryl Grey e John Field em o Lago dos Cisnes
 
 

 

 
5- Aula em 1946
 
Se compararmos essa aula do vídeo com alguma atualmente, percebemos que a execução dos passos continuam a mesma, porém, houve uma mudança nas roupas e há uma maior amplitude dos movimentos.