Mostrando postagens com marcador Sapatilha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sapatilha. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

BALLET INFANTIL


Tendo como principais benefícios para as crianças à criatividade e a disciplina, nossas aulas buscam desenvolver autonomia, segurança, sociabilidade, musicalidade e coordenação motora.


Foto Rafaela Araújo 



Sempre buscando adaptar a técnica da dança clássica para o universo infantil, as aulas são baseadas em histórias dos ballet de repertório, fazendo com que as crianças mergulhem em um universo cheio de magia e encantamento.

Os espetáculos desenvolvidos pela escola buscam trazer sempre uma moral, através de assuntos transversais a dança, como trabalho em equipe, respeito às diferenças e cuidado com o ambiente onde se vive. 

Os alunos do curso infantil vivenciam durante toda a montagem diversos aspectos, como entendimento da história, música e importância do seu personagem, assim completando todo programa pedagógico.  




Fotos Fábio Pamplona

Além do Curso de Ballet Clássico, oferecemos para crianças os cursos de Sapateado e Jazz Dance, complementando todo o desenvolvimento motor e cognitivo dos alunos. 



MAIORES INFORMAÇÕES
Rua Jovino Silva, 429. Luzia, Aracaju/SE (atrás do Alameda Mall)
(79) 3231-3385

(79) 99100-2661





sexta-feira, 6 de maio de 2016

Aulas Abertas 2016


Desde 1982, milhares de dançarinos de todo o mundo celebram, em 29 de abril, o Dia Internacional da Dança. E o Centro Cubos de Dança comemorou essa data importante com mais uma edição do “Aulas Abertas”. O evento tem como objetivo proporcionar o acesso e  despertar o interesse do público em geral na dança, promovendo a integração entre profissionais e alunos dessa arte. Durante toda a manhã do dia 30 de abril, foram realizadas aulas de Balé Clássico Infantil e Intermediário, Jazz Dance, Técnica de Ponta, Pas de Deux e Stiletto. Confira os melhores momentos dessa edição especial.
Todas as fotos estão disponíveis na página do Facebook do Centro Cubos. Clique aqui para visualizar o album.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

terça-feira, 21 de abril de 2015

Dançar com sapatilha de ponta dói?


Foto: Filippe Araujo
Alunas de balé que iniciarão as atividades nas sapatilhas de ponta estão sempre animadas. Elas assistiam suas bailarinas favoritas ou observavam outras colegas dançando nas pontas e sempre ansiaram por esse dia. Depois de muitas aulas, o seu professor fala que você pode comprar sua sapatilha. Costurar as fitas e elásticos nunca pareceu tão animador. E então, o bendito dia da primeira aula com as pontas inicia, e ao subir pela primeira vez...ai!
Talvez dançar nas pontas não seja tão fácil e delicado como você imaginava. Em vez disso, você se sente desconfortável. Essa sensação é comum para as bailarinas iniciantes nas pontas, mas não deve ser algo desanimador. Esse desconforto de estar em cima dos seus dedos se tornará mais ameno, já que, durante as aulas, você aprenderá a fazer a transição mais fácil e menos dolorosa, através de exercícios de fortalecimento dos pés.

Saber que isso é normal e ocorre a todos pode ser reconfortante. Há também algumas coisas que as bailarinas podem fazer para tornar o seu tempo nas pontas mais confortáveis e por sua vez, mais agradáveis.
A importância em ter fortes músculos abdominais para o trabalho de pontas deve ser salientada. Por ser um núcleo de força, vai ajudar as bailarinas a terem uma colocação apropriada do corpo, enquanto a flexibilidade no tornozelo e do pé deve ser construída antes e durante o treino. Assim a aluna terá uma técnica limpa, além de diminuir a dor.

Outro detalhe crucial é o cuidado com os pés. Já escrevemos artigos com dicas de protetores e, como evitar e cuidar dos calos. As bailarinas também devem arejar suas sapatilhas de ponta entre as aulas. Isso evitará fungos e bactérias, ajudando a diminuir a dor desnecessária.
Dor não é bom! Ela significa que algo está errado e você deve ouvir seu corpo. Durante as aulas, a pressão sobre os dedos dos pés deve ser mínima e não dolorosa, e por um curto período de tempo. Portanto, se o incomodo persistir, converse com seu professor para descobrir o que há de errado. A alegria de flutuar pelo palco com beleza e graça deve superar a "dor" de usar sapatilhas de ponta. Não desista!

Leia também:

Como comprar as sapatilhas de ponta

Como tratar e prevenir bolhas

Cuidados com os pés

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

10 mitos sobre o trabalho nas pontas dos pés

Foto: Filippe Araujo

A maioria das bailarinas sonham em, um dia, dançar nas pontas. O brilho e toda a graciosidade que as sapatilhas de ponta possuem, encantam a todos, desde quem a usa até os espectadores. Porém, os mitos e equívocos sobre o trabalho de pontas podem assustar os mais apaixonados bailarinos, e transformar um lindo sonho em pesadelo, devido ao medo dos "problemas" causados por elas. Aqui, esclarecemos 10 mentiras sobre o uso das pontas e contamos a verdade.
 
1. As sapatilhas de ponta são feitas de madeira ou cerâmica.
A VERDADE: É fato que elas são duras, mas sapatilhas de ponta, certamente, não são feitas de madeira. Seria muito desconfortável para uma bailarina dançar na ponta dos pés em sapatilhas de madeira! Sapatilhas de ponta são geralmente feitas à mão, usando muitos materiais - camadas de tecido e papel especialmente formulado, cobertos de cetim, com uma haste de apoio. Quando a massa seca, torna-se dura, fornecendo apoio. Por mais rígidas que elas sejam, no entanto, elas são mais flexíveis do que a madeira, permitindo que os seus pés façam movimentos para cima e para baixo, o tempo todo. Clique aqui para entender como é feita uma sapatilha de ponta.


2. Assim que eu completar 12 anos, eu estou pronta para as pontas.
A VERDADE: Não há uma idade padrão para se iniciar o trabalho nas pontas.  Depende inteiramente de força, técnica, frequência de estudo, controle do eixo e de um professor capacitado. Especialistas em dança, tanto na área médica quanto em balé, afirmam que o ideal é que a estrutura óssea da bailarina já esteja formada, assim, os pés não sofrerão lesões permanentes, como um joanete, por exemplo. Por isso, procure uma escola onde os professores são capacitados para identificar quando o aluno já está pronto para iniciar os estudos nas pontas. Desconfie do professor que pede para você comprar as sapatilhas de pontas antes mesmo de você conseguir se sustentar em relevé! Para usar sapatilha de ponta você tem que ter muita força e preparação, pois a negligencia pode levar a um machucado muito sério.
3. A sapatilha da minha amiga ou da minha dançarina favorita também é perfeita  para mim.
A VERDADE: O seu tipo de sapatilha de ponta é uma decisão muito individual. O corpo e os pés de cada bailarino têm necessidades diferentes. É melhor você pesquisar primeiro os modelos disponíveis no mercado e experimentar cada uma. Assim, você achará a sapatilha de ponta mais confortável para a sua dança. Clique aqui para aprender a comprar uma sapatilha de ponta.

4. Pés de bailarinas são feios, pois o trabalho nas pontas danifica os dedos dos pés.
A VERDADE: Esse mito se criou devido a bailarinas mais velhas aparecerem com os pés todo machucados. Antigamente, as sapatilhas tinham um design mais “bruto” e as bailarinas não tinham artefatos para proteger os pés. Atualmente as sapatilhas estão sendo confeccionadas para proporcionar mais conforto e não causar danos a quem usa. Além de existir muitos adereços para você cobrir os seus pés e dançar sem sofrimento. Você pode pensar: “Eu conheço uma pessoa que faz balé atualmente e seus pés são muito feios”. Como foi explicado no tópico anterior,é preciso tomar cuidado com a preparação para as pontas. Às vezes, joanetes são hereditários e a bailarina terá de qualquer jeito.  A questão discutida aqui é sobre como cuidar de seus pés para evitar protuberâncias e bolhas. Em alguns casos, esses problemas são causados por sapatilhas de ponta pequenas ou muito grandes, alinhamento impróprio nas pontas, falta de higiene com os pés,entre outras causa. Clique aqui para conhecer protetores para os pés.
5. Os homens não podem dançar nas pontas.
A VERDADE: Enquanto o trabalho de pontas foi originalmente deixado para o sexo feminino, hoje em dia muitos homens dançam nas pontas. Grandes companhias como Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, Les Ballets Grandiva e Les Ballets Eloelle, possuem bailarinos exclusivamente masculinos que realizam trabalhos nas pontas.


6. Uma vez que você tenha feito aulas nas pontas, você pode ficar em pé, sem as sapatilhas de ponta.
A VERDADE: As sapatilhas de ponta são projetadas especificamente para envolver os dedos e apoiar o pé quando a bailarina está na ponta. Não é aconselhável fazer isso utilizando qualquer outro sapato (ou descalça) que não é especialmente concebido para apoiá-la nessa posição.

7. Um par de sapatilhas de ponta dura todo o ano.
A VERDADE: A duração do par de sapatilhas varia de acordo com o modelo e marca. Ela também será diferente para cada bailarino, pois deve-se levar em consideração a quantidade de horas semanais que se utiliza a sapatilha. 

 8. As sapatilhas de ponta são muito duras, então posso usá-las sem as fitas e o elástico.
A VERDADE: As fitas e o elástico servem para ajustar a sapatilha junto aos seu pé, fornecendo apoio ao tornozelo quando você está nas pontas. Assim o seu calcanhar não “vira” e evita que tenha uma lesão.

9. Dançar nas pontas parece ser tão fácil.
A VERDADE: As bailarinas profissionais podem fazer o trabalho nas pontas parecer fácil, mas elas estão fazendo isso há anos e trabalham duro diariamente para aperfeiçoar sua arte. 

10. Qualquer pessoa pode subir nas pontas, pois a sapatilha é dura e fará com que ela fique na ponta de pé sem dificuldade.  
A VERDADE: Por mais que as sapatilhas de ponta sejam feitas para apoiar e envolver os dedos dos pés, e as fitas são usadas para segurar o tornozelo, elas não possuem um dispositivo mágico que irá mantê-la reta sem esforço. É preciso muita força, muito o trabalho de eixo e técnica para usar as sapatilhas. Dançar nas pontas é a recompensa final para bailarinas que trabalham duro durante as aulas. Clique aqui para aprender exercícios para fortalecer os pés.

 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Como limpar sapatilhas de meia ponta


 
Muita gente fala que o trabalho do bailarino se reflete na sapatilha. Quanto mais suja e desgastada, mais dedicado é o dançarino. Por mais que uma sapatilha velha seja mais confortável, o melhor mesmo é cuidar desse acessório importante para que ele dure por muito tempo.
Devido ao período de férias, as sapatilhas de meia ponta ficaram guardadas por muito tempo e com isso o mau cheiro surge. E para que você inicie as aulas do segundo semestre sem esse odor nada legal, a gente te ensina como limpar a sua sapatilha.



Você vai precisar de:
Veja multiuso ou sabão líquido neutro (sem cor)

Escova de bebê

Pano limpo
Água

Como limpar:
Se você vai utilizar o alvejante, misture um pouco desse produto com água. Caso você opte pelo sabão neutro, essa mistura não é necessária.

Umedeça um pouquinho a escova com o produto escolhido e passe na sapatilha, esfregando com cuidado, em movimentos para baixos e retos, não circulares, na área suja até se tornar visível a limpeza da mesma.  Depois, molhe o pano com um pouco de água e retire todo o sabão. Ao terminar, coloque a sapatilha em um local com sombra e ventilado para secar.
Esse procedimento é indicado para sapatilhas de lona e strecht. Se a sua sapatilha for de couro ou de korino, o processo de limpeza é diferente e mais simples. Para tirar a sujeira, molhe o pano apenas com água e esfregue. Para enxugar, utilize um pano seco.

É importante usar escovas com cerdas macias, pois as duras danificam o seu calçado, deixando o tecido mais fino e com isso ele se rasga facilmente. Siga essas instruções e a sapatilha será sua companheira por mais tempo.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Homens nas pontas dos pés. Les Ballets Trockadero



O “Les Ballets Trockadero de Monte Carlo” surgiu para mostrar que a dança clássica também tem um lado divertido e lúdico. Formado apenas por homens, a companhia foi criada em 1974 e  já parodiou obras clássicas como O Quebra Nozes, Raymonda, Paquita, Don Quixote, até as Sylphides.


Apesar de representarem comicamente, todas as versões possuem uma técnica impecável, que transbordam o amor pela dança. O fato mais surpreendente é que eles comprovam que os homens também podem dançar nas pontas dos pés com a mesma leveza das mulheres. Divirta-se um pouco com os Trocks.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

Fortalecendo os tendões


Foto: Reprodução / Passinhos de dança
 
Quem dança sabe que, para conseguir uma perna alta ou flexibilidade, é preciso se empenhar durante as aulas. Mas para atingir esses elementos a paciência é um grande aliado. Ao iniciar o balé, jazz ou dança contemporânea, jovens e adultos anseiam conseguir resultados em pouco tempo. Com isso, muitas vezes acabam negligenciando o seu treino e, como resultado, ganham uma lesão.
Para conseguir um físico à la Svetlana Zakharova, os músculos devem ser fortes e os exercícios para alcançar a força necessária incluem alongamentos. Aos serem esticados, os tendões são forçados.  Por ser um tecido fibroso, composto por colágeno, que conecta o musculo ao osso, o tendão é responsável pela transferência de força entre os dois gerando o movimento da articulação.

Cada movimento de dança, requer um determinado esforço. Se a chegada de um salto, por exemplo, for incorreta, todo o seu corpo não será alinhado nem apoiado, e o impacto será diretamente nos tendões, gerando inflamações (tendinite). A maneira mais fácil de direcionar suas limitações e evitar distensões é seguir essas dicas:

Ao se alongar, mantenha-se na posição por 30 segundos. Foto: Reprodução / Wikihow


* Alongar e fortalecer os músculos da perna.  Estique-se de forma lenta e suave, até que seus músculos estejam rígidos, mas não por muito tempo. Se doer, você está esticando mais do que devia;
*Além de apenas esticar os membros, faça exercícios aeróbicos leves por alguns minutos, pois o alongamento pode fazer com que os músculos ainda "frios" fiquem com tendinite. O pré-aquecimento inclui pular corda ou uma pequena corrida;

* Varie os exercícios.  A tendinite geralmente surge devido aos movimentos constantes e repetitivos.  Alternando os seus exercícios, há uma chance de minimizar as sobrecarregas de um grupo de músculos, aumentando sua boa forma;
* Utilize a sapatilha adequada para o seu pé. Um calçado apertado ou folgado demais pode prejudicar na hora dos movimentos. Tanto a sapatilha de ponta, quanto a de meia ponta devem servir perfeitamente. Se estiver em dúvida como comprar, leia esses textos: Como comprar sapatilha de ponta ; Sapatilha de meia ponta
 
Faça exercícios alternados para evitar tendinites. Foto: Reprodução / Wikihow
 

* O piso para a realização dos exercícios também é importante. Evite as superfícies duras, irregulares ou escorregadias. Por isso temos em nossas salas o piso flutuante que absorve o impacto de saltos, giros e outros movimentos. Clique aqui para saber mais;
*Como no balé, dança contemporânea, jazz e sapateado, os movimentos repetitivos são impossíveis de serem evitados, realize pausas durante os exercícios. Isso pode ser feito durante a explicação do professor ou até mesmo nas saídas para beber água.  O corpo precisa desse breve descanso para não sofrer sobrecargas.

Lembramos que somente um profissional, nesse caso o professor, pode especificar quais são as medidas de prevenção e promoção da sua saúde. Portanto, preste atenção no que é dito em sala de aula, pois o conteúdo ensinado lá faz parte de um programa de condicionamento adequado para o treinamento e desempenho ideal.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sapatilha de meia ponta: o fiel companheiro na dança



Foto: Reprodução / Meu mundo mágico


Uma peça que é utilizada por qualquer bailarino e extremamente versátil, é a sapatilha de meia ponta. Por se tratar do primeiro item a ser adquirido para frequentar aulas, muitas pessoas negligenciam a sua compra. As sapatilhas de meia ponta, esteticamente, são consideradas a continuação do pé do bailarino, portanto devem ser escolhidas com cautela.

Foto: Reprodução /Luva de Pelica

Para que as aulas e apresentações sejam mais produtivas, a sapatilha deve servir perfeitamente, ajudando na mobilidade do pé, sem causar dor excessiva e tensão para que o movimento não seja prejudicado, nem pareça artificial. Por isso o ajuste correto deve ser preciso, evitando ferimentos, danos permanentes à estrutura dos ossos ou dos músculos dos pés.

Assista a esse vídeo do Dr. José Luiz Bastos Melo, fisioterapeuta e especialista em dança, explicando qual a melhor maneira de adquirir a sapatilha de meia ponta.  



segunda-feira, 31 de março de 2014

Como é feita sapatilha de ponta?

Quem gosta de dança sempre quis saber como uma peça que parece ser tão delicada, consegue sustentar o peso de uma bailarina e, ao mesmo tempo, dar equilíbrio a ela. Para acabar com essa curiosidade, encontramos um vídeo onde o fisioterapeuta e especialista em dança, Dr. José Luis Bastos Melo, explica rapidamente como é feito o box da sapatilha de ponta. 




Já esse vídeo abaixo, mostra como é o processo de fabricação do artefato. O vídeo está em inglês, mas a gente consegue entender todas as etapas. Para te ajudar a lembrar qual o nome de cada parte da peça, acesse a nossa postagem sobre a anatomia da sapatilha e confira.






segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Como comprar uma sapatilha de ponta

Foto: Filippe Araujo


Esse ano, algumas alunas irão realizar o sonho de ficar nas pontas dos pés. A concretização só veio depois de um árduo trabalho de fortalecimento da musculatura do corpo, pois mesmo que a sapatilha de ponta possua toda a tecnologia e a estrutura para sustentar a bailarina, precisamos estar preparadas para suportar o nosso peso e ter equilíbrio.

A maioria das sapatilhas ainda são confeccionadas do mesmo jeito que no final do século XIX. O artefato é feito com cetim, gesso para a caixa ou box, juntamente com papel encorpado para solas e palmilhas. São essas partes que auxiliam na sustentação do pé, protegendo dedos e dando apoio para o arco.



Atualmente há diversas marcas disponíveis no mercado, facilitando a escolha. Cada fabricante utiliza diferentes materiais e tecnologia, mas todas confeccionam modelos para bailarinos profissionais, que já possuem a musculatura do pé trabalhada, e para iniciantes, que ainda estão fortalecendo o pé, através da curvatura da palmilha.

Com toda essa variedade, é importante que a aluna seja cuidadosa ao escolher a sapatilha de ponta. Ouça a orientação do seu professor e, antes de finalizar a compra, converse com ele sobre os modelos que mais te agradaram. E para dar uma forcinha, separamos algumas dicas de como escolher corretamente o item desejado.



*Primeiro veja qual é o seu formato do pé. Isso irá auxiliar na hora da compra. Se seu pé é egípcio, é recomendada uma caixa com largura média a grande; pé grego, caixas de largura média a estreita; pé quadrado, caixa larga;

*As sapatilhas de ponta possuem uma numeração maior que os sapatos e cada marca difere esse tamanho. Por isso é importante calçar a sapatilha na loja. Se você optar por usar uma ponteira de silicone, o número será ainda maior. Peça a atendente para experimentar todos, até encontrar um que encaixe no seu pé. Não tenha pressa;

Ponteiras de silicone e de espuma


*Ao calçar a sapatilha verifique o comprimento. Com o pé apoiado totalmente no chão, faça um grand plié na segunda posição.  Se o dedão do pé apenas toca a plataforma da caixa da sapatilha, então o comprimento está correto. Se você não sente a plataforma, a sapatilha está muito grande. Caso haja muita pressão sobre o dedão do pé, isto indica que o comprimento da sapatilha é pequeno ou a caixa é muito estreita. Neste caso, tente uma sapatilha ½ número maior;



*Logo após, sente em uma cadeira e apoie a ponta do pé no chão, mas sem colocar o peso do corpo, pois você corre o risco de danificar a sapatilha e levar para casa um modelo que não te agrade. Dê um leve beliscão no tecido do calcanhar da sapatilha. Se você conseguir segurar aproximadamente 0.5 cm de tecido, o ajuste está correto. Se sobrar mais que isso, significa que ela está grande. Se não sobrar tecido, significa que a sapatilha está pequena;


*Por mais que seja feita de gesso, a sapatilha não deve causar dor. Por isso a caixa deve ser confortável. Com a sapatilha ainda no pé verifique se ela é lisa. Caso você identifique alguma prega ou ruga, peça outra. Além disso, preste atenção nas extremidades da caixa. Ela deve ser ajustada perfeitamente, sem protuberâncias. Se isto acontecer, é provável que você necessite de uma sapatilha mais larga;



*A sapatilha deve oferecer um suporte ideal para a bailarina encontrar o eixo do seu corpo. Ainda sentada e com a ponta apoiada, verifique se o seu pé é jogado para frente. Se isso acontecer, é muito provável que você necessite de uma palmilha mais dura. Se seus pés permaneceram para trás, sem formar o peito de pé, é recomendada um modelo mais macio ou uma gáspea mais baixa. A palmilha deve ser macia o bastante e ainda assim proporcionar o bom suporte das pontas.



Fonte: Dancer.com


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Volta às aulas

O final das férias costuma ser um momento de apreensão para os bailarinos e dançarinos. Depois de um mês de descanso, todos se sentem mais enferrujados. Falta eixo nas piruetas, no passé o equilíbrio passou longe, ao fazer um stomp o peso do corpo vai junto com o pé e todo mundo esquece como se faz um coque. Calma! Depois de uma semana de aula tudo volta ao normal.
Então, para que os primeiros dias do ano sejam bem aproveitados, siga essas dicas que te ajudarão a voltar à rotina gradativamente.

CABELOS
O coque deve ser utilizado em todas as modalidades, pois o cabelo preso evita que fios caiam no rosto, atrapalhando a execução da maioria dos passos. Não há regras para o coque, mas esses dois tutorias ensinam a fazer um penteado mais elaborado, evitando que ele se desmanche durante as aulas. Lembrando que os acessórios necessários são  grampos, elástico, rede, gel fixador, pente ou escova e fivelas (opcional).
Coque clássico
É o tipo mais utilizado em salas de aula. 

                                             

Coque Rosquinha 
Esse tipo de penteado é super-rápido e prático. É ideal para quem tem cabelos curtos.

                                             

 UNIFORME

O uniforme é feito para homogeneizar a turma e é parte essencial nas modalidades de dança. Assim, o professor consegue uma melhor visualização dos movimentos, o que facilita as correções durante a aula. Além disso, a roupa auxilia no aquecimento corporal. 
O fardamento adequado varia de acordo com a atividade escolhida. Para o Ballet, Jazz e Dança Contemporânea é usado collant, meia-calça, sapatilha e sainha ou short. Dê uma passadinha na recepção e fale com Aline. Ela indicará o uniforme ideal para sua turma.

Já para o Sapateado, o fardamento deve ser leve e que não prejudique a produção de movimentos e sons. Sem esquecer o sapato adequado para esse estilo de dança. O ideal é conversar com a nossa professora Júlia, para saber qual o modelo correto para a aula.

Para a Dança do Ventre, o uniforme é mais despojado que as danças clássicas. Utilize roupas de malha como top, calça, short ou legging, mas que não atrapalhem os movimentos.

DISCIPLINA
Além dos cabelos e roupas, o aluno deve se preocupar com a pontualidade. Se por algum motivo você se atrasar, aqueça para não ter problemas musculares no decorrer da aula. Preste atenção a tudo que é dito. Caso você tenha uma dúvida pergunte ao professor e não ao colega. Às vezes, a conversa paralela atrapalha os outros alunos. E, finalizando, tenha concentração e dedicação. Com isso, há uma progressão mais rápida e você consegue executar os movimentos aprendidos com eficácia.

Anotou todas as dicas? Agora é só se preparar para retornar as atividades a partir desta segunda, 27 de janeiro. Se você tem alguma dúvida nos horários das aulas, entre em contato com a gente. Ligue para 3231-3385 ou faça-nos uma visita.